Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2006

Conto Colectivo de Um Amor Possível - F I M

casamento-019.jpg


(Imagem retirada na Internet)


Dirigiram-se para a tal esplanada, frente para o mar. Sentaram-se num cantinho tal como os fazem os adolescentes enamorados e partilharam ideias e pensamentos. Ela de cabelos longos caiam-lhe pelos ombros, fustigados pelo vento oriundo do mar. A face ligeiramente rosada, mostrando algum constrangimento daquela situação inabitual. Os dois frente a frente tendo como pano de fundo o mar calmo bailando no rodopio da maré, e as gaivotas ao longe cantando de felicidade.


 Esta calma invadiu-os e assim passaram toda a tarde falando, rindo, partilhando.


O João disse: - Bolas o tempo passa tão depressa, contigo , olhou-a directamente para os olhos castanhos avelã dela


-Sim, é verdade, é sinal que estamos a gostar.


-Eu estou a adorar, e tu?


-Eu, fez uma pausa, não quero parecer atrevida, nem precipitada, mas estou a amar...


-         Pegou-lhe na mão e fixou-lhe o olhar, mostrando uma cumplicidade desconcertante...


"Os olhos sempre aquela fascinação pelo olhar...e como era perturbador o olhar do João. Marta dava por si perdida naquele imenso olhar. Sentia-se fascinada e pensava no meio dos homens que conhecera ao longo da sua caminhada aquele olhar teve o poder de a despertar. Pensava – Marta não tens idade para estas coisas. João fixou-a quase como se conseguisse ler o seu pensamento e passando a mão pela face de Marta. – Sabes Marta não aparentas em nada a idade que dizes ter. Tens a doçura de uma miúda de  vinte anos. E a tua pele? Bem a tua pele tem o toque suave da seda.


Marta cora  e sente-se como se estivesse no liceu com uma vontade tremenda de beijar o primeiro namorado. Será que era só a Marta que sentia essa vontade???"


Marta só tinha uma vontade, aproximar-se dele, sentir-lhe o perfume, tocá-lo, certificar-se que ele era real. Sonhou tanto com ele nestes últimos meses, nem queria acreditar que ele ali estava!


Ele olhava-a de um jeito que a deixava trémula. De tantas aventuras que teve, nunca ninguém a olhara assim. O João transmitia-lhe a segurança de que ela estava a precisar. Com ele, ela sentia-se adolescente outra vez.


Naquele momento de cumplicidade, Marta teve a certeza... A história deles iria começar ali.


então João oferece uma rosa vermelha mas antes de lha dar João beija a rosa e Marta não resiste mais ao charme do João, e diz baixinho: - anda beija-me também...


João aproximou seus lábios de Marta que fechara os olhos e num forte abraço o mundo girou: Seus lábios. suas línguas suas almas disseram tudo aquilo que até não tinham dito. Foi uma vertigem! Quando então finalmente se olharam Marta de olhos embaciados ouviu João no seu ouvido: "Nós sempre nos conhecemos!"


Seus olhos da cor do mar... transmitiam-lhe carinho era tanto o seu amar aquele abraço foi seu ninho  toda ela, meu Deus, tremia, toda ela era ansiedade toda ela era alegria toda ela felicidade e se duvidas ela tivesse ali mesmo as desfez e se nada mais houvesse mesmo assim era feliz... mas tudo aconteceu como um passe de magia... e o mundo estremeceu só aquele amor existia ..........


“Marta afasta a sua boca ainda trémula do lábios do João. Olha-o com firmeza e malícia e sorri, João retribuí o sorriso e aguarda. Marta esquece tudo o que a rodeia deixa para trás dores e amores passados. Era ali e agora que começava. Tinha a certeza que queria que assim fosse. João era e seria o seu Amor. Enternecida por aquele sorriso, solta-se à vontade de voltar a beijar aqueles lábios sedentos de calor, sedentos de amor. João acede ao seu desejo. Beijam-se e tornam-se a beijar giram e tornam a girar. João num abraço forte suspira ao ouvido de Marta. – Marta minha estrela da tarde, Amo-te…”


"Marta pensou inadvertidamente que estava a sonhar. Algures, muito longe, via um deserto a perder no horizonte, sentia que estava num pequeno oásis, um lugar paradisíaco com palmeiras, cuja sombra lhe causava enorme prazer. Inclinou-se vagarosamente sobre o amor da sua vida, afagando-lhe suavemente aqueles belos cabelos compridos, passando os dedos pela face cinzelada do João, qual Adónis expectante e a ficar ofegante. Que desejam? Marta dá um salto na cadeira, olha para a sua frente e vê o empregado do café. Sustem a respiração e quase desmaia."


Valeu um pouco de sangue frio em João que logo respondeu:


Olhe senhor, como já é tarde eu sugeria um aperitivo para o jantar...jantas comigo não jantas Marta?


Conheço um pequeno restaurante típico e isolado que era o ideal..


Janto pois disse a Marta decidida...para mim também pode trazer um Favaios bem fresquinho e para acompanhar umas castanhas de caju...não sei se gostas?...


...gosto Marta. Traga dois Favaios, se faz favor..." - gaguejou João que notou que algo se tinha alterado subitamente em Marta, como se algo se tivesse quebrado. O que teria feito de errado? Ele estava tão feliz e ela parecera tão feliz quanto ele! A menos que...sim, o empregado...ele tinha emudecido e parecia transformado em estátua. com os olhos pregados na cara de Marta...


É que Marta era tão linda que o empregado não conseguia tirar os olhos dela e pensava " Tão linda que é esta mulher".... João não ficou indiferente e ficou com uma ponta de ciúmes, pois estava ali na frente a mulher da sua vida e o empregado não tirava os olhos dela o que poderia ele fazer?


Diplomaticamente, João contornou a situação com audácia e firmeza, despindo o dito empregado de qualquer outro avanço de insinuação, exclamando:


Já viu a sorte que eu tenho!? Demorei, mas nunca descorando a divina esperança, alcancei o meu tesouro. Agora sei apreciar uma verdadeira jóia... Desejo-lhe a mesma sorte que me assola. Tenha confiança em si e verá que a sua hora um dia há-de ressuscitar.


Marta esboçou um sorriso e no seu olhar, um brilho humedecido apelava à emoção de tão nobre dedicatória, reforçando ainda mais a vontade de o beijar e abraçar. Cada momento que partilhava na companhia de João lhe dava mais certeza que o seu príncipe encantado tinha aparecido.


O empregado agradecendo os votos formulados, foi buscar o que lhe haviam solicitado.Voltou com os favaios e retirou-se de imediato.


João e Marta pegaram nos copos e brindaram .... brindaram-se mutuamente ........ num desejo .... deixarem-se "voar".


Do outro lado, estava um homem simples, na casa dos 40, com aspecto ainda bastante jovem, com um sorriso franco, um olhar da cor do mar, que falava sem tirar os olhos daquele rosto que á sua frente o fixava e que ele parecia elevar a outra dimensão. João é um homem de trato fácil, responsavel, que gosta de coisas simples, exigente consigo próprio, mas que ao longo da vida foi perdendo alguma da alegria de viver, estava agora ali, sentado ao lado duma mulher lindíssima, e por muito que tenha jurado não se envolver com mais nenhuma mulher, sentia que estava a prestes a desfazer a jura que tinha feito a si proprio, claro que tudo era ainda muito prematuro, mas sentia algum conforto, um conforto que o invadia de sonhos, na sua cabeça fervilhavam ideias e memórias passadas, há muito que não se sentia assim e era magnífico sentir outra vez aquele formigueiro no coração de quem está outra vez apaixonado


Marta, trincava uma castanha de caju e semi cerrando os olhos, afagou a mão de João enquanto lhe perguntava. E os teus filhos João? Tens estado com eles? Como estão as coisas com a tua ex mulher? Tens visto os meninos?


Os meus filhos estão óptimos, Marta. Estive com eles na praia este fim de semana.


Quanto à minha ex-mulher, tudo está a caminhar bem. Mas fala-me de ti.


Que estás a sentir neste momento, Marta?


Marta bebeu um golo de vinho, passou a língua pelos lábios humedecendo-os. Olhou para ele fixamente e disse:


"Sinto-me a planar, a viver um sonho".


João sorriu confiante...afinal valeria a pena vacilar na situação em que se encontrava? A mulher era um sonho , o vinho do melhor , os empregados do restaurante de uma simpatia única...o mundo parecia convergir com todo o seu esplendor nas quatro paredes de um restaurante!


Mas...e o seu passado? Será que assim que lhe contasse acerca dos anos passados nos meandros da droga e do álcool as coisas mudariam entre eles? João pensava a mil e duzentos á hora.


Não esperou mais. Colocou as duas mãos envolvendo-lhe a esbelta cintura e beijou-a nos lábios.


E de novo Marta se entregou a mais um daqueles momentos em que o Mundo, não existe para além do outro, e só se soltaram ainda tontos, quando o empregado que os olhava com ar travesso tossiu como a lembrar-lhes que o Sol estava a pôr-se e a brisa do Norte soprava forte!


 


Longo foi o jantar, já sem ninguém na sala apenas eles os dois, o momento era perfeito, mágico onde tudo á volta quase que desaparecera.


-Bem Marta se calhar já chega de jantar?


-Sim estou maravilhosamente bem.


-O que te apetece fazer agora?


-Um pouco de privacidade?... -Corou uma vez mais.


-Está bem, mas...


-O que é? Estou a ser atrevida?


-Não,... nada disso Marta, vamos até ao meu apartamento.


-Achas que sou de confiança?


Ele fê-la calar-se com um beijo longo


-Estou pronto a arriscar- retorquiu ele.


 


Entraram os dois no carro no Audi TT dele. Tudo estava maravilhosamente bem, no entanto ele nada dizia.


-Posso por música?


-Claro, tenho este CD


Fez-se ouvir a música "Eu não sei, que mais posso ser


um dia rei, outro dia sem comer


por vezes forte, coragem de leão


as vezes fraco assim e o coração


eu não sei, que mais te posso dar


um dia jóias noutro dia o luar


gritos de dor, gritos de prazer


que um homem também chora


quando assim tem de ser


 


Foram tantas as noites


sem dormir


tantos quartos de hotel


amar e partir


promessas perdidas


escritas no ar


e logo ali eu sei...


 


Tudo o que eu te dou


tu de dás a mim


tudo o que eu sonhei


tu serás assim


tudo o que eu te dou..."


 


O coração dos dois batia incessantemente, tal como dois adolescentes no primeiro encontro, no entanto o João parecia tremer...


Rapidamente chegaram ao apartamento, pequeno mas bem decorado.


-Gostas de arte Africana? Perguntou ela


-Adoro viajar, e recolher artesanato típico.


-Isto é o quê?


Ele riu-se:


-Não,  não é um vibrador!... è um artefacto Nigeriano que simboliza um "falo" mas serve como objecto de culto, - soltou uma ruidosa gargalhada enquanto se dirigia para o bar.- Queres beber alguma coisa?


-A única coisa que eu quero beber são os teus lábios...


E perderam-se num longo beijo, onde os corpos se apertavam numa ânsia louca.


-Espera, disse ele...


-O que é?


-Tenho que te dizer uma coisa...


-O que se passa não queres...


-Não, não é isso...


-Então?...


-Desculpa-me... Começavam a rolar umas lágrimas dos olhos


-Estás a assustar-me?


-Desculpa... mas... não posso...


Ela fitou-o nos olhos sem entender, com um misto de incompreensão e de dúvida


-Não posso repetiu ele...


Não podes? Claro que podes...se me amas como dizes tu podes!


Está bem...para que não tenhas dúvidas do meu amor...vou-te contar!


E sentaram-se os dois no Sofá beije e enquanto ambos maquinalmente puxaram de um cigarro, João começou a relatar a parte do seu passado que tanto o angustiava:


Sabes, peço desculpa por nunca te ter contado isto...tu sabes tudo da minha vida mas omiti-te um facto relevante e um tanto ou quanto grave...


Marta já pensava o pior e devido à emoção e ao desconforto disse:


Olha afinal sempre quero beber qualquer coisa...por favor...


João enquanto preparava duas bebidas foi começando a contar:


Tenho um passado de álcool e mais grave ainda...algumas drogas sabes?...


Marta sentiu um aperto no coração e não soube o que responder, recorreu apenas a um:


Então?!!


Pois, muito stress, um amor mal vivido e recorri ao mais fácil, tudo começou por uns copos, a coisa foi-se agravando...mais tarde...haxixe...e acabei a consumir regularmente heroína...Nisto as lágrimas começaram a rolar face abaixo.


Marta apenas permanecia muda de espanto perante tais revelações.


Foi uma fase de martírio na minha vida...perdi emprego e família...os amigos verdadeiros afastaram-se...até que descobri uma instituição que me propôs tratamento através do Método Minnesota, são treze passos de muito esforço e força de vontade o quanto me explicaram.


Eu aceitei logo, pois tinha chegado ao fundo do poço como é uso dizer-se...


Hoje ultrapassei tudo mas a marca cá ficou...desculpa mas não podia avançar mais na nossa relação sem primeiro te contar tudo isto...


Então não devias estar aqui a beber álcool...


Eu sei, aprendi que depois do que passei o primeiro copo está longe de ser o último...mas acho que a situação pedia uma pequena comemoração e não passará de hoje...


"Marta tinha gostado do voto de confiança e abertura em relação aquela fase mais negra da vida de João, ainda assim questiona-se se João seria capaz de manter o seu equilíbrio. Fosse como fosse queria estar a seu lado para que João não vacilasse. - João quem nunca pecou que atire a primeira pedra. Que tal deixarmos o copo ficar de lado? Já comemoramos já brindamos ao nosso encontro, sempre podemos encontrar outra forma de continuar a nossa noite, o nosso encontro...Marta tentava dar a volta á questão afinal era um momento que era para ser único e também ela tinha o seu passado os seus medos e os seus fantasmas...seria ela capaz de se abrir com João tal como ele fizera consigo? Olharam-se em silêncio..."


Numa simbiose de vontades, aproximaram-se coordenadamente e mais uma vez a envolvência surgiu. Os corpos começavam a tocar-se com mais intensidade e intimidade. A entrega mutua, queria dizer tudo... o voto de confiança pelo passado arquivado e a certeza de um futuro honesto. Quando o entusiasmo começou a efervescer, João volta a parar e diz-lhe: Marta, jurei para mim mesmo, que se um dia se concretizasse este encontro, eu teria como prioridade, levar-te ao meu canto de culto. Espaço onde às paredes me confessei inúmeras vezes e afinal de contas, onde tudo se construiu e tornou possível, as nossas vidas cruzarem-se... Marta intrigada, recorre ao instinto feminino e acha que ele está a convidá-la a conhecer o seu leito e rosada, não só pela envolvência que a começara a despertar minutos atrás, diz a João: Com o que me queres agora presentear!? Tantas emoções num só encontro... A idade não perdoa... João com um sorriso translúcido e singelo, acalma-a: Marta, quero que conheças o meu escritório, onde tenho todo o material que me proporcionou durante todo este longo tempo, que viajasse virtualmente contigo, nos meandros do prazer e conhecimento. Foste o meu tónico, nas horas amargas de vazio e ausência de sentido de existência. Este cantinho é sagrado para mim e gostaria que a tua áurea o percorresse, para se fundir finalmente todo o processo que se desenrolou nas nossa vidas.


João levou-a então até ao escritório, onde tanto conversaram, tanto choraram, e tanto sonharam com este encontro. Ao entrar lá, Marta sentiu-se em casa, como se sempre tivesse ali estado, como se estivesse ali uma parte dela mesma. Olhou em volta e sorriu.


- É estranho estar aqui, sempre o desejei mas nunca pensei que fosse acontecer.


- Pois eu sempre soube que um dia iria mostrar-te onde tudo começou. Tive sempre cá dentro esta sensação de que não era uma conversa como as outras, que era algo importante.


TU és importante Marta!..


Uma vez no escritório, Marta falou:- Então é daqui que me falas todos os dias?


-Sim, Marta é daqui. Senta-te na cadeira...


Assim o fez.


-Desejo-te...


-Eu também, retorquiu ela. Ele ajoelhou-se á frente.


Beijou-a e lentamente foi despindo-a. Tirou-lhe o blaser e a blusa, mostrando o soutien rosa que sustentava dois seios que os anos ainda mantinham bem firmes. O ritmo frenético aumentava, o coração bombardeava-os imagens na mente...


Com a ajuda da Marta retirou-lhe as calças de ganga azuis deixando as coxas e pernas desnudadas.


-Quero-te dizia ela, com a respiração ofegante.


-Também eu... dizia ele inclinado-se sobre ela e por sua vez em cima da cadeira que gemia de tanta agitação. João sorrateiramente tirou uma pequena corda que já estava em cima da secretária de nogueira por de trás deles...


-Deixa-me brincar,... deixas perguntou ele


Ela nada dizia como que hipnotizada pela situação, o medo do desconhecido apenas amplificava a excitação. Subtilmente amarrou-lhe as mãos.


Nesse simultâneo beijava-a por todo o seu corpo


-Queres dominar-me? Perguntou ela


-Posso?


-Num suspiro disse sim....


Afastando as coxas dela, amarrou-lhe os pés aos pés da cadeira, simultaneamente em que a beijava pelas coxas.


Marta já não  sabia onde estava... De repente ele olhou-a nos olhos e disse-lhe:


-Eu venho já! E saíu do escritório a correr.


Baralhada e confusa lá estava ela só num escritório amarrada numa cadeira...


"Os minutos começavam a passar e Marta estava espectante - Marta pensava onde te foste meter...bem na verdade não deixa de ser excitante, mas pelo menos a dois, agora tu Marta sentada numa cadeira amarrada a sós. Marta suspira quando dá pela entrada de João no escritório. - Sentiste a minha falta . Sorri João enquanto olha para Marta. -Bem digamos que na posição em que me encontro seria complicado não o sentir. Prefiro que me acompanhes. João sorri. - Achas então que podemos dar largas á imaginação???..."


João regressava vindo do quarto de banho, vestido apenas com um roupão de turco branco e deixando invadir o escritório por um perfume adocicado de bom gosto.


Então, ajoelhou-se na frente de Marta e muito levemente começou a percorrer com a língua o pescoço quente e rosado de Marta. A sua mão direita subia levemente do joelho até à coxa esquerda de Marta...


Vá Marta, então hoje não se trabalha? Olha que já são 8 horas. Está um dia bonito. Acorda e levanta-te. Marta abriu os olhos e viu a mãe sorridente que acabara de abrir os estores da janela para que o sol invadisse o quarto e a ajudasse a despertar mais depressa.


 


Marta esfregou os olhos e ainda um pouco ensonada balbuciou:


- Porque foi que me acordaste? Estava a ter um sonho fantástico.


-Pois, sonhos. Mas a vida não se ganha a sonhar minha filha. Vá levanta-te e despacha-te. Tens muito trabalho pela frente.


Marta, esfregou os olhos, espreguiçou-se e levantou-se rapidamente e foi a correr ao portátil verificar se o seu namorado João lhe tinha enviado alguma mensagem.


Abriu o Outlook e lá estava:


"Marta meu amor desejo-te um excelente dia de trabalho e lembra-te que hoje já é quinta-feira e Domingo será o nosso grande dia:-)


Se soubesses como esperei por este dia a minha vida toda!!


Mas finalmente iremos casar meu amor...seremos um do outro para sempre...até logo meu Amor e Bom Trabalho".


Marta sorriu, respondeu apenas assim:


;-)


até logo meu Amor!"


FIM


 


-          


FIM...



Participações:


Paulo, Papoila, Ana Luar, Amanda, Liliana, Tino, Maria João, Juda, Manuela (Kaldinhas), Magia (Perlimpimpim),  João Manuel Pereira, Manito, Tulipa Negra, Paulo Pdivulg, José Bernardo, Tuxa, Eduardo, Maria Vai Alone, Fofinha, Carlos Peliças e Carlos. Obrigado a todos!


Até à próxima iniciativa, vão estando atentos!;-)

</td></tr>


</tbody></table>
 
</blockquote>
publicado por Paulo César às 16:49
link do post | Ora diz Lá de tua Justiça | favorito
|
9 comentários:
De Cobarde a 20 de Janeiro de 2006 às 03:09
Uma vez mais, está de parabéns. É de louvar estas suas iniciativas. Ops...Lamento não ter cá vindo antes! Voltarei para ler o conto...hoje é daqueles dias que não dá...Não sei se devido à cor! Um beijo. Tucha Santos
(http://sjogren.blogs.sapo.pt)
(mailto:sjogren.tucha@gmail.com)
De Cobarde a 19 de Janeiro de 2006 às 22:23
Eu ainda tentei dramatizar a coisa mas foi tarde, ficou giro, um abraço...Juda
(http://osaldanossapele.blogs.sapo.pt)
(mailto:juda-ben-hur@sapo.pt)
De Cobarde a 19 de Janeiro de 2006 às 21:34
OI MEU LINDOOOOOOOO
TUA INICIATIVA FOI FANTÁSTICA,CONSEGUISTE UM FEITO ESPANTOSO,OBRIGAR-NOS A ESCREVER E A SONHAR RSSS ACHO QUE PRECISAMOS DISSO...PARABENS AMIGO E CONTINUA A SURPREENDER-NOS...GOSTEI DA HISTÓRIA,CONSEGUIU EMPOLGAR-ME E FICAR CURIOSA PELO DESFECHO...BJ EM TEU CORAÇÃOtuxa
(http://tuxa.zip.net)
(mailto:tuxinha@hotmail.com)
De Cobarde a 19 de Janeiro de 2006 às 20:54
Gostei do resultado final.
Parabéns meu manito lindo pela inciativa.
Beijocas grandeskaldinhas
(http://kaldinhas1.blogs.sapo.pt/)
(mailto:kaldinhas@sapo.pt)
De Cobarde a 19 de Janeiro de 2006 às 18:27
Paulo até que ficou interessante, e te digo que a cena da cadeira seria bem diferente que a do "Blue Velvet" não fora a mãezinha acordar a menina...GOstei de ter participado neste conto colectivo. BeijoMaria Papoila
(http://apapoila.blogs.sapo.pt)
(mailto:mantosilva@sapo.pt)
De Cobarde a 19 de Janeiro de 2006 às 17:44
Expectacular!!! Quero dar os meus parabéns ao Paulo pela iniciativa que para além de inédita deu um resultado fantástico. Peço desculpa pela parte da cadeira :-) apeteceu-me por um pouco de sal na história que não saí do café!!! Tenho pena de já ter acabado tinha mais algumas invenções a acrescentar :-) Fica para a próxima! Parabéns Paulo!!PDivulg
(http://www.lacosazuis.blogs.sapo.pt)
(mailto:pdivulg@sapo.pt)
De Cobarde a 19 de Janeiro de 2006 às 17:43
E pronto foram felizes para sempre ;). Bem confesso que a parte da cadeira foi a que gostei mas se bem que ...cof cof ficou a meio...mas como gente de moral e bons costumes ;)...lá fica pela imaginação mesmo. Tive vontade de bater na mãe de Marta lolol. Fica a intenção e boa vontade de todos, acho que até tu Poeta deves estar contente com tanta participação;). Obvio que ficarei (como sempre) atenta;). Já agora depois posso colocar no meu blog (referindo o teu claro:) e a participação de todos?). Beijo n´oteudoceolhar***oteudoceolhar
(http://oteudoceolhar.blogs.sapo.pt)
(mailto:joanstar@sapo.pt)
De Cobarde a 19 de Janeiro de 2006 às 17:14
Ahahahahaha! As voltas que isto deu, com uns a tentar puxar para um lado e outros para outro! Mas olha que ficou uma história com cabeça, tronco e membros! Beijos ( e vou daqui com um grande sorriso!)Maria(EBS)
(http://mariavaialone.blogs.sapo.pt/)
(mailto:dancinghipo@sapo.pt)
De Cobarde a 19 de Janeiro de 2006 às 17:09
Não será propriamente um Romeu e Julieta de Shakespeare...mas que até ficou giro, ficou. Parece os romances dos caprichos que eu lia quando era miuda rsrsrsrsrsr...adorei ter participado...s´tive pena de não ter tido tempo de não participar no melhor da festa.....hahahahaha...(SIM a parte em que ele a prende à cadeira...essa foi demais...ui ui digno de uma interpretação de "Emanuelle").Ana Luar
(http://aromademulher.blogs.sapo.pt/)
(mailto:luar_zita@msn.com)

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