Terça-feira, 26 de Julho de 2005

Até Qualquer Dia;-)


silencio.bmp


(Imagem recolhida na Internet)


Até Já!!


 


Ainda não sei quando  voltarei


Mas vou parar por largos dias


A todos quantos aqui encontrei


Obrigado por todas as alegrias


 


Mesmo àqueles que nunca comentaram


Deixo a minha palavra de apreço


E digo àqueles que mais gostaram


Que eu qualquer dia  apareço


 


Voltarei por certo mais inspirado


Mais atento e carinhoso


Mas agora dou por acabado


 


Mais um ciclo tão caprichoso


Que a escrever me tem levado


E me tem dado muito gozo


 


Até qualquer dia!!;-)



 
publicado por Paulo César às 17:37
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Fado Triste


fado.jpg


(Imagem recolhida na Internet)


Fado Triste


 


Casou-se sem nunca o ter beijado


De forma como de cumprindo dever


E foi mais um casamento frustrado


Que este mundo veio a conhecer


 


Daí nasceu um filho, lindo rapaz!


Que criaram juntos apenas um ano


Criou-o com ele enquanto foi capaz


De viver aquele puro engano


 


Farta partiu à descoberta da vida


Até encontrar o actual marido


Que nunca a chamou de querida


 


Facto que a tem num viver sofrido


Então dá-se na vida por já vencida


Com o outro filho deste nascido!



 
publicado por Paulo César às 17:10
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Domingo, 24 de Julho de 2005

O Teu Aquário

aquario.JPG


O teu aquário


 


Parti no navio da Esperança


Para paragens desconhecidas


Daquelas mais apetecidas


E a imaginação não alcança


 


Vieram as ondas do receio


Mas o navio sulcou a direito


E o medo apenas do meu peito


Perdeu-se de encontro ao teu seio


 


E aqui estou num éden temporário


Que é do meu mundo o contrário


Por ser calmo e colorido


 


Era o que eu já tinha perdido


Antes de no navio ter partido


No teu fundo e  imenso aquário


 

publicado por Paulo César às 18:55
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Sexta-feira, 22 de Julho de 2005

O Difícil


jesusabraco.jpg


(Imagem recolhida na Internet)


O Difícil


 


O difícil que há para discernir


Não é ver onde está o inimigo


Mas sim quem está a fingir


Que é o teu bom amigo


 


Agarra-te pois ao que tem valor


Real sem olhar a falas mansas


Pois quando alguém te tem amor


Não te dá falsas esperanças


 


Amizade de carne e lágrimas reais


Nem sempre é fácil distinguir


Por te parecerem tão iguais


 


Às que vivem a te mentir


Mas o Bom Amigo dá-te sempre mais


Do que eras capaz de lhe pedir



 
publicado por Paulo César às 11:11
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Quinta-feira, 21 de Julho de 2005

A Minha Terra


Madeira2.jpg


(Imagem recolhida na Internet)


A Minha Terra


 


Minha bela e abrupta Madeira


Das mil ribeiras e cascatas


Dos picos flores e matas


Que rever-te não há maneira


 


Quero a tua cálida água azul


E o teu doce exótico maracujá


Os teus mil carreiros que eu já


Percorri de Norte a Sul


 


O teu espada tão negrinho


Que o pesquito limpa à pressa


A quem o queira a quem o peça


 


E quero o teu calor o teu bailinho


O bolo de mel e o teu doce vinho


E a tua Festa quão bela é essa!



 
publicado por Paulo César às 15:29
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Quarta-feira, 20 de Julho de 2005

Quando Dizes o Meu Nome


QUANDO DIZES O MEU NOME


 


Quando o meu nome meiga proferes


reclamando-me para mais perto de ti


soam-me na alma bem-me-queres


tão quentes como nunca senti


 


e se o segredas em suspiro no ouvido


são harpas do Olimpo tocando


e despertando em mim o sentido


que agora docemente estou lembrando


 


e se o escreves em carta de amor


ou bilhetinho para me entregar


tem o meu nome todo o sabor


 


do beijo que me ficaste por dar


e nasce-me o desejo e o ardor


de de novo contigo estar


publicado por Paulo César às 12:47
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Terça-feira, 19 de Julho de 2005

Geografia da Mulher


geografiadm.jpg


Geografia da Mulher


 


Subo aos teus cabelos molhados


acabados de sair do banho


e vejo por eles contornado


um rosto, de belo,  tamanho


 


desço pelos ombros até ao peito


onde gotas deslizam preguiçosas


até a um umbigo perfeito


sobre duas ancas formosas


 


Tuas coxas roliças de perdição


encimam as pernas sensuais


e para minha maior adoração


 


teus pezinhos pequenos tais


prendem-me agora a atenção


pois como eles não há iguais



 
publicado por Paulo César às 16:26
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