Domingo, 6 de Novembro de 2005

Pedaço de Éden

pde.jpg


(Imagem recolhida na Internet)


Pedaço de Éden


 


Desterrados desde o pecado original


Vamos construíndo com pouco juízo


O nosso muito próprio paraíso


Molhados em líquidos de sal


 


Lágrimas que descem pelo sorriso


Que bebo assim sofregamente


Enquanto tu já mais contente


Me dás o abraço que tanto preciso


 


E é neste intervalo de inferno


Que se vai transformando nossa vida


Que recupero em ti querida


 


O Éden que deveria ser eterno


Doce eterno mágico e terno


De que há muito tivemos saída.


 


Poema escrito a 6 de Novembro de 2005


 

publicado por Paulo César às 14:27
link do post | Ora diz Lá de tua Justiça | favorito
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6 comentários:
De Cobarde a 7 de Novembro de 2005 às 12:13
Antes de mais agradeço a tua visita no meu blog, a força dos outros ajuda-nos sempre um pouco a ultrapassar os obstáculos da vida. Esta música de Carlos do Carmo combina tão bem com o que escreves, ou será que tu é que escreves ao som da música e acabas por ser influenciado? Beijinhos e obrigada, volta mais vezes, se quiseres.Li
(http://tentativa.blogs.sapo.pt)
(mailto:lilima@sapo.pt)
De Cobarde a 7 de Novembro de 2005 às 09:15
Parabéns pelo Blog. Iniciei um Ciclo de Poesia Portuguesa dedicada a todos os Bloguistas. Passarei mais tarde por cá. Um abraço ;)Poesia Portuguesa
(http://portuguesapoesia.blogspot.com/)
(mailto:portuguesapoesia@sapo.pt)
De Cobarde a 6 de Novembro de 2005 às 20:59
É bom quando encontramos o eden nos braços de alguém.Se vai ser eterno ou não,isso pouco importa.Importa vivê-lo enquanto dura sem juízo nenhum.
Beijinhos kaldinhas
(http://kaldinhas1.blogs.sapo.pt)
(mailto:kaldinhas@sapo.pt)
De Cobarde a 6 de Novembro de 2005 às 19:25
Olà Paulo...navegando pelos blogs vim parar ao teu...a musica é cativante, condiz com a tua ecrita e se há coia que gosto de fazer é "ver" (ler) o que escreve um homem...gostei imenso de tudo...até o template...o mar fica bem em qualquer lugar. *** Beijo n´oteudoceolhar***
(já agora posso linkar o teu blog no meu ?)oteudoceolhar
(http://www.oteudoceolhar.com)
(mailto:oteudoceolhar@hotmail.com)
De Cobarde a 6 de Novembro de 2005 às 19:00
Qual juizo? Se quando o amor aparece o juizo desaparece!
o amor é loucura e impulso!!
oh e o abraço dos nossos amantes, alimenta-nos mais do que eles possam alguma vez imaginar!!
O paraiso não é eterno, mas o amor é eterno e é este que faz de pequenos momentos um paraíso...
(a imagem faz-me lembrar Klimt, o pintor simbolista! muito bom)Colibri
(http://colibr.blogs.sapo.pt)
(mailto:castrozita@hotmail.com)
De Cobarde a 6 de Novembro de 2005 às 16:50
Olá Paulo. Obrigado por comentares no meu blog. Gostei muito deste poema, tal como dos outros do teu blog, vou agora visitar o teu site. BjsCélia
(http://celia.blogs.sapo.pt)
(mailto:celiaclaro_7@msn.com)

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