Domingo, 15 de Outubro de 2006

Soneto a uma mulher que abortou

Soneto a Uma Mulher que Abortou

 

Eu sei que no teu peito reside a dor

De um arrependimento profundo

Mas não te condenes tanto por favor

Porque é Misericordioso Nosso Senhor

 

Acalma-te e entra em Paz contigo mesmo

Foi um gesto próprio deste mundo

Que apregoa o egoísmo tão a esmo

Por tantas vozes e a todo o segundo

 

Reconcilia a tua amargurada Alma

Terás por ventura outra oportunidade

E aí assumirás a tua maternidade

 

Que te dará um pouco de mais calma

Que docemente levará à palma

Toda a Amargura e essa ansiedade!

 

15 de Outubro de 2006

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publicado por Paulo César às 10:19
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