Quarta-feira, 17 de Setembro de 2008

Manhã de Outono

 

MANHÃ DE OUTONO

 

Céu não faz senão carpir

Numa moinha fria, atrevida

Mas vou apostar em sorrir

Sorrir ao tempo, sorrir à vida

 

A crise no tempo manifesta

Em Sintonia à civilização

Não me chega, não empesta

O sorriso no meu Coração

 

Abstraio-me ao ter material

Vivo a vida das sensações

E este carpir assim matinal

 

Gotas de Amor aos milhões

São augúrio e são sinal

De Bênção sob as multidões.

 

17 de Setembro de 2008

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publicado por Paulo César às 10:26
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